Obesidade é uma doença caracterizada pelo acúmulo de gordura corporal associada a problemas de saúde. É o resultado de um balanço energético positivo, ou seja, a ingestão alimentar é superior ao gasto energético.
Atualmente a obesidade vem sendo vista como um problema sério de saúde pública, pois o excesso de peso predispõe o organismo a uma série de doenças, como por exemplo, as doenças cardiovasculares, diabetes mellitus tipo 2, apnéia do sono, aumento dos níveis do colesterol “ruim” e triglicérides.
Num tempo em que as formas esguias e os músculos esculpidos constituem um avassalador padrão de beleza, o excesso de peso e a obesidade transformaram-se na grande epidemia do planeta. No Brasil, nada menos de 40% da população (mais de 65 milhões de pessoas) está com excesso de peso e 10% dos adultos (cerca de 10 milhões) são obesos. A tendência é mais acentuada entre as mulheres (12% a 13%) do que entre os homens (7% a 8%). E, por incrível que pareça, cresce mais rapidamente nos segmentos de menor poder econômico.
O inimigo, desta vez, consiste num modelo de comportamento que pode ser resumido em três palavras: sedentarismo, comilança e stress. Estamos vivendo a era da globalização de um modo de vida baseado na inatividade corporal frente às telas da TV e do computador, no consumo de alimentos industrializados, cada vez mais gordurosos e açucarados, e num altíssimo grau de tensão psicológica.
Para a diminuição do peso corporal o primeiro passo é sair da poltrona e colocar o corpo em ação, com a atividade física o gasto energético é bem maior, em seguida é necessário voltar à alimentação para o mais natural possível, sem proibições, porém com muita moderação. Aumentar o consumo de frutas, verduras, legumes, sem deixar de comer o arroz e o feijão e diminuir o consumo de alimentos gordurosos como alimentos industrializados, frituras, embutidos, entre outros, buscando sempre uma alimentação mais saudável.
Mariana Canassa da Silva
Nutricionista CRN 29974/P
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